segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Wallmart Carros Famosos


CARROS QUE APARECEM NO VIDEO:
1 - BATMÓVEL (ESQUADRÃO SUICIDA)
2 - ECTO-1 (CADILLAC) (CAÇA FANTASMAS)
3 - KITT (PONTIAC TRANS AM) (A SUPER MÁQUINA)
4 - LIGHTNING MCQUEEN (CARROS)
5 - CARRO DE CACHORRO QUENTE (DEBI & LÓIDE)
6 - WAGON QUEEN FAMILY TRUCKSTER (FÉRIAS FRUSTADAS)
7 - MISTERY MACHINE (VAN) (SCOOBY-DOO)
8 - FORD EXPLORER (JURASSIC PARK)
9 - CARRUAGEM (CINDERELA)
10 - CARRO PRÉ-HISTÓRICO (OS FLINTSTONES)
11 - FUSCA (BUMBLEBEE) (TRANSFORMERS)
12 - DELOREAN DMC-12 (DE VOLTA PARA O FUTURO)


link: https://www.youtube.com/watch?v=tGp7yJdEY54


 

sábado, 7 de setembro de 2019

medias podem trazer distorções



Se o sujeito coloca o pé no fogo e a cabeça no freezer, ele vai morrer, mas a temperatura media vai ser boa, de 35ºC, há muitas maneiras de tirar a media.
A realidade pode não ser igual a ela.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

7 palavras japonesas que podem nos ajudar a ter serenidade


Ilustração de ondasDireito de imagem Alamy
Image caption Livro sugere o que o Ocidente pode aprender a partir de uma visão de mundo única
"Quando eu tinha dois anos, nossa família se mudou para uma cidade rural na região de Kansai para ficar com meus avós paternos que estavam envelhecendo", escreve Mari Fujimoto na introdução de seu novo livro Ikigai and Other Japanese Words to Live by ("Ikigai e outras palavras japonesas para seguir", em tradução livre), que apresenta 43 expressões pungentes da língua traduzidas para o inglês.
Mais do que uma simples recordação do Obon, festival que homenageia os antepassados, a experiência dela na infância reflete uma filosofia - uma das muitas que aparecem no livro, questionando os valores ocidentais dominantes.
Fujimoto, diretora de Estudos Japoneses da City University, em Nova York, é linguista por formação e acredita que, descobrindo palavras e expressões únicas em outras culturas, podemos obter uma compreensão mais ampla de nossas próprias vidas.
"No Ocidente, costumamos buscar a perfeição, e sentimos sempre que precisamos ser perfeitos, temos que fazer o máximo para atender às expectativas de outras pessoas. Pensando sobre como meus avós eram e sobre o estilo de vida japonês tradicional, pensei que poderíamos fazer uma pausa, olhar em volta e aceitar as coisas que normalmente não apreciamos, como envelhecer."
'Mugon-no gyō'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Mugon-no gyō': um exercício de meditação particularmente silencioso que pede que você reserve um momento para refletir antes de fazer algo - aja, não reaja
A serenidade permeia muitas das expressões, seja derivada da necessidade de aceitar questões que estão além do nosso controle ou de tratar com respeito o próximo.
O artista sul-africano David Buchler - que escreveu breves ensaios para o livro - vive no Japão há sete anos.
"Quando converso com pessoas em japonês, presto muita atenção no que estou dizendo, nos meus gestos e em ser educado, penso nos efeitos das minhas palavras (no interlocutor)", explicou ele à BBC Culture.
O livro cobre tópicos abrangentes, incluindo "harmonia", "gratidão" e "tempo" - mas não é um dicionário abstrato. Em vez disso, Fujimoto abre as portas para uma cultura que muitas vezes pode parecer distante para quem é de fora.
Sobre shibui, que "remete à beleza revelada pela passagem do tempo", ela escreve:
"Inserindo-se em uma estética de calma - cores suaves e brilho moderado -, esta palavra nos lembra de apreciar aquilo que melhora com a idade. Há um encanto na maturidade, e as experiências de vida marcam seus objetos com uma expressão agradável. Você pode observar o shibui na cor das folhas das árvores no início do inverno, ou em uma xícara de chá antiga em cima da mesa".
'Fukinsei'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Fukinsei', ou beleza na assimetria: a simetria representa a perfeição e é estranha à experiência humana. Uma forma de arte deve trazer uma sensação de possibilidades alternativas, admitindo a mudança
É uma filosofia que encontra um público receptivo: o programa da guru japonesa da arrumação Marie Kondo, por exemplo, é um sucesso no Netflix - ela ensina a desapegar de objetos que não despertam mais "alegria" em você. Um estilo de vida que levou ao aumento de doações a instituições de caridade no Reino Unido desde o lançamento do programa.
Ao mesmo tempo, o movimento mindfulness (atenção plena) do século 21 oferece aplicativos de meditação para praticar quando estamos a caminho do trabalho, preparando o jantar ou fazendo compras no supermercado.
'Teinei'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Teinei': uma atitude cortês, em que cada gesto é realizado com dedicação e precisão; se comportando com o maior cuidado para mostrar excelência em sua conduta
"Aprender a língua me acalmou muito - a maneira como eu me aproximo das coisas é mais benéfica para mim", diz Buchler.
Ele escolhe a expressão mono-no aware ou "a natureza efêmera da beleza".
"É basicamente sobre estar consternado e apreciar a transitoriedade - e também sobre a relação entre a vida e a morte. No Japão, há quatro estações muito distintas e você realmente se torna consciente da vida, da mortalidade e da transitoriedade. Você se torna consciente de como esses momentos são significativos."
'Mono-no aware'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Mono-no aware': a natureza efêmera da beleza - o sentimento discretamente exultante e agridoce de ser testemunha do deslumbrante circo da vida, sabendo que nada disso pode durar
O livro destaca o quanto o clima de um país afeta seu vocabulário.
"As condições de vida no Japão pré-moderno eram duras… as pessoas tiveram que aprender a conviver com isso - você não pode ficar sempre ressentido em relação ao que a natureza pode trazer. Em vez de ficarem chateados ou tentarem resistir, eles descobriram uma maneira sábia de apreciar e lidar com o que eles têm", diz Fujimoto.
'Shōganai'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption Traduzido literalmente como 'não existe meio ou método', shōganai é um lembrete de que às vezes temos que aceitar as coisas como elas são, nos permitindo deixar para trás sentimentos negativos
"Eu me lembro de tufões destruindo as plantações e de um grande terremoto que tirou milhares de vidas no meu distrito", escreve Fujimoto em sua introdução.
"É assim que os japoneses desenvolveram seu estilo de vida: vivendo em harmonia com a natureza, uma filosofia que se encontra no coração do xintoísmo, a antiga espiritualidade indígena do povo japonês… Esse sistema de crenças evolui para uma maneira unicamente japonesa de apreciar a beleza hoje."
'Kodawari'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Kodawari': atenção aos detalhes de forma determinada e escrupulosa, motivada por uma paixão sincera e autodisciplina; sabendo que alguns esforços não serão reconhecidos
Fujimoto reconhece que existem certos "elementos essenciais de beleza, como simetria, composição, juventude e vivacidade" - mas argumenta:
"Nós costumamos ser atraídos por essas qualidades 'positivas', enquanto atributos opostos, como a feiura, a imperfeição, a idade e a morte são consideradas desagradáveis no mundo ocidental."
"A estética tradicional japonesa é, inversamente, fundada na verdade inegável da natureza; tudo na natureza é transitório; nada dura e nada é perfeito. Há beleza em todos os variados aspectos da vida, do nascimento à morte, da imperfeição à perfeição, da feiura à elegância."
'YūgenDireito de imagem Javier Hirschfield
Image caption Ao valorizar o que é misterioso e profundo, 'yūgen' é um tipo de beleza que deriva do eufemismo: profundamente ligada ao 'kanso', é um lembrete para enxergamos além das aparências
O livro ressalta o benefício que a compreensão de determinadas palavras em idiomas diferentes pode trazer: podemos ver o mundo de duas maneiras diferentes, mantendo ambos os pontos de vista simultaneamente.
"Se você simplesmente mudar a sintonia, poderá ver mais beleza no mundo", diz Fujimoto.
"Apenas uma pequena mudança de mentalidade ou perspectiva: estamos rodeados de tantas coisas boas que não percebemos ou apreciamos."
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Culture.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

O que se pode aprender sobre buracos negros ao simulá-los em um tanque d'água?

imagem do experimentoDireito de imagem Silke Weinfurtner/Universidade de Nottingham Image caption Ralo no fundo do tanque de água possibilita a formação de um vórtice, como um análogo de buraco negro com rotação
Estudar buracos negros não está entre as tarefas mais fáceis da ciência. Além de não ser possível observá-los diretamente, esses estranhos objetos cósmicos, de cuja monumental força gravitacional nem a luz escapa, não podem ser recriados em laboratório. Se isso fosse possível e realizado, o próprio laboratório, seu ousado pesquisador, o planeta e até o Sistema Solar e adjacências seriam completamente engolidos. 

Para contornar essa pequena dificuldade, cientistas estão recorrendo a uma solução engenhosa: simular esses monstros vorazes num tanque de água, com um ralo no meio. É o que vem fazendo o grupo da física alemã Silke Weinfurther, da Universidade de Nottingham, Reino Unido, do qual participa o físico brasileiro Maurício Richartz, da Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André (SP).
"Basicamente, utilizamos um tanque de água com um ralo no fundo, que possibilita a formação de um vórtice (líquido que gira em torno de um eixo e depois escoa pelo ralo), o que constitui um análogo de buraco negro com rotação", conta Richartz. "Análogo, aqui, quer dizer que as equações que descrevem a propagação de ondas no sistema que montamos no tanque são iguais às que descrevem aquelas em torno de um buraco negro real."
Entre os sinais de identidade mais característicos que denunciam a existência de um desses objetos cósmicos está o horizonte de eventos. Trata-se de uma esfera, uma fronteira, que engloba uma região do espaço da qual nada (nem mesmo a luz) consegue escapar. Em volta dela, existe a ergosfera. "A rotação do buraco negro faz com que todo o espaço a seu redor seja 'arrastado' junto com ele", explica Richartz. "Portanto, a ergosfera é uma região na qual tudo é 'obrigado' a girar junto com ele, acompanhando seu movimento de rotação."
No caso do vórtice de um ralo, onde a água está girando em torno dele, não há a rigor horizonte de eventos e ergosfera, mas análogos dessas regiões. "Basicamente, à medida que nos aproximamos dele, primeiro encontramos o análogo da ergosfera, que é a região na qual as ondas na água são obrigadas a girar junto com o vórtice", diz Richartz. "Se nos aproximarmos mais ainda, encontramos o análogo do buraco negro e do horizonte de eventos, que é a região da qual elas não conseguem mais escapar, sendo obrigadas a escoar pelo ralo."

'Intimidade' com objetos cósmicos

Mas o que se pode aprender sobre os buracos negros num tanque de água? "Antes de mais nada, é preciso ter em mente que não estamos trabalhando com um astro real. Portanto, por mais que observemos na água um fenômeno que também ocorre num desses objetos cósmicos, nunca poderemos dizer que detectamos tal fenômeno neles", afirma Richartz.
De acordo com o também físico Alberto Vazquez Saa, do Departamento de Matemática Aplicada, do Instituto de Matemática Estatística e Ciência da Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o que se pode aprender sobre buracos negros num tanque de água são, basicamente, insights.
"Usamos os análogos para ganhar intimidade com esses objetos cósmicos, algo obviamente impossível de ser feito de outra maneira", explica. "Ninguém espera desprovar Einstein usando um tanque de água. O que queremos é ganhar intuição, no entanto, para poder entender mais a fundo o buraco negro real e eventualmente provar ou desprovar algo sobre a Teoria da Relatividade."
Mesmo assim, o trabalho de Silke e seus colaboradores não resultou apenas em insights. Ele trouxe novos conhecimentos concretos sobre pelo menos dois fenômenos que ocorrem em buracos negros, a superradiância e o relaxamento. Sobre o primeiro, foi publicado em junho de 2017 um artigo científico na Nature Physics, que tem Richartz entre seus autores. De acordo com ele, a grande novidade da pesquisa é que foi a primeira vez que a superradiância foi detectada em laboratório.
imagem do experimentoDireito de imagem Silke Weinfurtner/Universidade de Nottingham
Image caption Pesquisadores misturaram água a corante verde fluorescente para observar movimento, alterações na velocidade e tamanho das ondas

Tanque com corante verde

Para realizar os experimentos, os pesquisadores construíram um tanque de acrílico com 3 m x 1,5 m, o qual encheram de água misturada a um corante verde fluorescente. Para observar o movimento e as alterações na velocidade e tamanho das ondas, eles usaram uma câmera 3D de alta resolução, que filmou os movimentos da água e vórtice no ralo. Os efeitos detectados foram pequenos, mas suficientes para que os cientistas pudessem imaginar o que ocorre com a luz ao redor de um buraco negro em rotação.
A superradiância é um fenômeno descoberto em 1971 pelo físico russo Yakov Borisovich Zeldovich - e que talvez ocorra nos buracos negros. Richartz explica que, na Terra, normalmente, quando uma onda - de água, por exemplo - interage com algum obstáculo, ela é parcialmente refletida e parcialmente transmitida. A energia carregada por ela é, após a interação com o obstáculo, dividida: parte fica com a refletida e parte fica com a transmitida.
Se o obstáculo for algo que gira, no entanto, (por exemplo, um cilindro ou uma esfera), é possível que a onda refletida tenha mais energia que a incidente. "Nesse caso, a (energia) extra que aparece na que se reflete vem da rotação do obstáculo", diz. "Por isso, no final do processo, ele passa a girar mais devagar, pois acabou transferindo parte de sua energia de rotação para a onda. Chamamos esse fenômeno de superradiância rotacional."
Em teoria, ela ocorre também para buracos negros em rotação, quando eles são atingidos por ondas gravitacionais ou eletromagnéticas. Nesse caso, eles também passariam a girar mais lentamente. "Até muito recentemente, a superradiância rotacional nunca havia sido observada em laboratório", revela Richartz. "Nosso experimento teve como objetivo fazer a primeira detecção do fenômeno, e conseguimos isso."

'Corda esticada'

No caso do relaxamento, que rendeu artigo na Physical Review Letter em agosto de 2018, Saa explica que é um termo genérico para descrever qualquer regime transiente (transitório). "É o caso de uma corda esticada e paradinha, por exemplo", diz ele, que coordena o Projeto Temático "Física e geometria do espaço-tempo", da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que financiou parte do trabalho de Richartz.
"Essa é sua situação de equilíbrio. Quando alguém a dedilha, no entanto, ela começa a vibrar, e a vibração vai diminuindo até parar. Essas vibrações atenuadas são o regime transiente, o relaxamento da corda."
Em analogia, o buraco negro, ou o fluxo com vórtice, é a situação de repouso. "Se forem perturbados um pouquinho, eles irão vibrar, mas com o tempo voltarão ao estado de equilíbrio", explica Saa. "Vórtices e buracos negros com rotação relaxam da mesma maneira. Por certo, com um sino também ocorre o mesmo, e seu som nada mais é do que energia emitida na fase de relaxamento."
imagem do experimentoDireito de imagem Silke Weinfurtner/Universidade de Nottingham
Image caption Se fosse viável, criar um buraco negro de verdade em laboratório colocaria em risco o Sistema Solar inteiro
Richartz explica o mesmo fenômeno com outras palavras. De acordo com ele, quando um buraco negro se forma, pela fusão de outros dois ou pelo colapso gravitacional de uma estrela supermassiva, ele não está em equilíbrio. "Ele está deformado ou vibrando e possui mais energia do que deveria", diz. "Ela precisa ser eliminada de alguma forma. O relaxamento é o processo pelo qual libera essa energia extra até chegar a um estado de equilíbrio."
Ele também usa o sino de igreja como analogia. "Quando o tocamos, transferimos energia para ele e, assim, o tiramos do equilíbrio", explica Richartz. "Para voltar à situação anterior, que é seu estado natural, ele vibra e emite ondas sonoras cujas intensidades vão diminuindo com o passar do tempo, à medida que vai voltando ao repouso. No caso do buraco negro, em vez de ser por meio de ondas sonoras, a energia é liberada por ondas gravitacionais."
No caso do vórtice de um ralo a história do relaxamento para voltar ao equilíbrio é igual. A diferença é que a energia é liberada por meio de ondas de água em vez de gravitacionais. "Em princípio, por meio delas é possível identificar completamente o buraco negro, ou seja, seu tamanho, massa e velocidade de rotação. No caso do vórtice, também podemos relacionar as oscilações da água emitidas com características dele, como, por exemplo, o tamanho do ralo e velocidade da água."


fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-47312607

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Carros - As caminhonetes antigas mais estilosas da Ford, Chevrolet e Dodge.


Para muitos ter uma caminhonete é muito mais do que ter um carro, é um estilo de vida. Já carros antigos é uma paixão epidêmica que vem conquistando cada vez mais adeptos no Brasil. Existe até um predicado para quem possui e é apaixonado por carro antigo: antigomobilista. Agora, imagina quem gosta de caminhonetes antigas.
As marcas americanas sempre foram referências em caminhonetes. Ford, GMC (Chevrolet) e Dodge (Crysler) fizeram história no século passado com suas dezenas de caminhonetes lançadas a partir dos anos 30, uma mais estilosa que a outra. Agora, você sabe dizer os nomes das caminhonetes antigas? Quantas você conhece?
São muitas e por isso separei apenas uma parte delas, por marca, que vão desde a década de 30 até a década de 80. Como existem muitas versões de um único modelo, pode ser que você sinta falta de alguma. Pode ser também que eu não tenha colocado aquela versão de um ano em específico ou uma versão com um design muito próxima de outra.
Prepare-se, pois a partir de agora seu repertório de nomes daquelas caminhonetes americanas, de fazendeiros, de filmes (seja lá como você se referia) que você sempre admirou vai aumentar.

Caminhonetes Ford

Ford Coupé Utility – 1936

Ford Coupé UTE

Ford F1 – 1949

Ford F1 - 1949

Ford F 100 – 1953

Ford F100 - 1953

Ford Mercury M 100 – 1953

Ford Mercury M 100 - 1953

Ford F 100 – 1960

Ford F 100 1960

Ford Ranchero – 1965

Ford Ranchero 289 - 1965

Ford F 100 – 1973

Ford F 100 1973

Ford F 150 – 1977

Ford F 150 - 1977

Ford Courier – 1974

Ford Courier - 1974

Ford F 150 Ranger – 1975

Ford F 150 Ranger - 1975

Ford F 150 4×4 Ranger – 1979

Ford F 150 4x4 - 1979

Ford F 1000 – 1985

Ford F 1000 - 1985

Caminhonetes Chevrolet – GMC

Chevrolet 3100 – Advance Design – 1950

Chevrolet 3100 - 1950

Chevrolet 3600 – Advance Design – 1952

Chevrolet 3600 - 1952

Chevrolet 3100 – Task force – 1957

Chevrolet 3100 - task force 1957

Chevrolet 3100 Cameo Carrier – 1958

Chevrolet cameo carrier 1958

Chevrolet – GMC 100 – Task force

GMC 100 - 1957

Chevrolet Apache – 1958

Chevrolet Apache 1958

Chevrolet Blue Chip – Task force

Chevrolet Blue Chip - Task force

Chevrolet C10 – 1965

Chevrolet C10 - 1965

Chevrolet k10 – 1968

Chevrolet k10 - 1968

Chevrolet C20 – 1969

Chevrolet C20 - 1969

GMC 1000 – 1964

GMC 1000 - 1964

Chevrolet C10 Silverado – 1985

Chevrolet C10 Silverado - 1985


Automotivos 728x90

Caminhonetes Dodge

Dodge B1 – Pilothouse – 1949

Dodge B series - Pilothouse B1

Dodge Fargo – 1955

Dodge Fargo - 1955

Dodge série C – Primeira geração – 1957

Dodge C series - 1957

Dodge D-100 Sweptside – 1958

Dodge D-100 Sweptside - 1958

Dodge D100 Sweptline – 1968

Dodge D100 Sweptline - 1968

Dodge D200 – 1971

Dodge D200 - 1971

Dodge série D Li’l Red – 1979

DODGE LIL RED - 1979

Dodge W150 Macho Power Wagon – 1979

Dodge W150 Macho Power Wagon - 1975

Dodge Ram D350 – 1985

Dodge Ram D350 - 1985

Dodge Ram D150

Dodge Ram D150



fonte: https://guiaestilomasculino.com/as-caminhonetes-antigas-mais-estilosas-da-ford-chevrolet-e-dodge/