quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Ilusão que ganhou o prêmio de melhor do ano vai dar um nó no seu cérebro

 

Ilusão que ganhou o prêmio de melhor do ano vai dar um nó no seu cérebro

Escadaria de Schroder em 3D - Reprodução
Escadaria de Schroder em 3D Imagem: Reprodução
 
Para finalizar um ano tão maluco, algo igualmente surreal: o Concurso Melhor Ilusão do Ano de 2020. O grande vencedor foi o matemático e ilusionista japonês Kokichi Sugihara, com a obra "3D Schröder Staircase".

http://www.isc.meiji.ac.jp/~kokichis/contest/contest2020/3Dschroederstaircase.pdf

http://illusionoftheyear.com/



fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/12/24/ilusao-que-ganhou-o-premio-de-melhor-do-ano-vai-dar-um-no-no-seu-cerebro.htm

sábado, 3 de outubro de 2020

quinta dimensão

 https://media.tenor.com/videos/a48c14a0c218abe1a810517779de6f26/mp4

 

 

https://tenor.com/view/moving-formation-weaving-pattern-optical-illusion-geometry-gif-17154906

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Jornada nas estrelas Next Generation - Inner light


The Inner Light: A Luz Interior


Antes de começar a ler, sugiro que coloque a seguinte música disponível neste link para o YouTube e então inicie a leitura.

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The Inner Light (A Luz Interior como foi traduzido) é o vigésimo quinto episódio da quinta temporada de Jornada nas Estrelas – A Nova Geração (Star Trek – The Next Generation), foi ao ar em 01 de junho de 1992. Na trama, a Enterprise D durante suas viagens de exploração pela galáxia encontra uma sonda desconhecida, o objeto envia um sinal que faz o capitão Jean-Luc Picard (interpretado por Patrick Stewart) perder a consciência e desmaiar, ele então acorda num planeta chamado Kataan, uma mulher ao seu lado lhe diz que seu verdadeiro nome é Kamin e que ele acabava de acordar depois de dias inconsciente devido a uma doença.
No decorrer da trama Picard descobre que a mulher desconhecida é sua esposa, e que ninguém nunca ouviu falar da nave Enterprise ou da Federação de Planetas Unidos.

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O tempo passa, de dias a anos, até que Jean-Luc sem nada que o assegure da veracidade de sua história a não ser as lembranças do tempo a bordo da Enterprise, abdica do passado e decide continuar a vida que estava diante de si junto da esposa, dos filhos e dos novos amigos.

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Décadas se passam, seus filhos crescem e algumas pessoas queridas vão embora para sempre. Kamin agora já idoso descobre que seu mundo está condenado, a estrela da qual Kataan orbita estava aumentando as emissões de radiação ao longo dos anos fazendo com que o solo ficasse estéril para a vida vegetal, e logo poderia explodir numa colossal supernova que destruiria toda a vida no planeta.
Kamin tenta avisar os governantes de seu mundo, mas ele recebe a resposta de que a situação cataclísmica já era conhecida e não há nada que as pessoas possam fazer para escapar da destruição, ele é então informado de um último plano que consiste de uma sonda contendo toda a história da civilização, a sonda seria enviada ao espaço para que alguém no futuro pudesse encontra-lá e saber que em algum momento do passado ali a vida surgiu.
Picard então acorda na ponte de comando da Enterprise, haviam se passado cerca de vinte minutos desde que ele perdera a consciência, seus companheiros não sabiam, mas para ele… havia sido uma vida.

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Durante os anos que Jean-Luc viveu em Kataan ele aprendeu a tocar uma flauta e compôs uma melodia, em episódios posteriores vemos ele tocando essa harmonia.
A canção foi composta por Jay Chattaway, que escreveu partituras para diversos episódios da franquia, Jay mais tarde expandiu a música para uma bela versão de orquestra com seis minutos de duração que você esteve ouvindo até agora.
O episódio foi dirigido por Peter Lauritson, o roteiro escrito por Morgan Gendel e Peter Allan Fields é baseado numa estoria imaginada por Gendel.
Em 1993 The Inner Light venceu o prêmio Hugo Award de Melhor Apresentação Dramática.
Hoje esse episódio é tido por fãs como um dos melhores da saga de Jornada nas Estrelas, estando ao lado de City of The Edge Forever (Cidade a Beira da Eternidade), Best of Both Worlds part I e II (O Melhor de Dois Mundos parte I e II) e All Good Things (Todas as Coisas Boas).
Então, deixo aqui uma indicação das séries e filmes de Jornada nas Estrelas  para todos aqueles que sonham com viagens interestelares pela galáxia e conhecer novas civilizações.
Enquanto nossa tecnologia não nos permitir cruzar a galáxia, ao menos viajaremos em sonhos.
Até breve,
Vida longa e próspera \\//_
Para mais informações visite a principal fonte de Jornada nas Estrelas, o Memory Alpha:
http://memory-alpha.wikia.com/wiki/The_Inner_Light_(episode)
Demais fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Inner_Light_(Star_Trek:_The_Next_Generation)



fonte: https://minhaviagempessoal.wordpress.com/2017/02/12/the-inner-light-a-luz-interior/


https://www.trekbrasilis.org/classico/tng/episodios/tng125.htm

nota: há momentos de nostalgia que a gente não sabe explicar e este episodio acaba tocando o coração por sua  musica singela e triste.

terça-feira, 7 de abril de 2020

https://www.bbc.com/portuguese/geral-44555282

A caixa revolucionária que coleta água do ar no deserto


Direito de imagem Stephen McNally/UC Berkeley/Divulgação
Image caption O aparelho pode ser usado em qualquer lugar do mundo e não usa eletricidade
A tecnologia para captar água potável a partir das moléculas de água distribuídas na atmosfera já existe há muitos anos, mas aparelhos que sejam pequenos, eficientes e capazes de fazê-lo em grande em escala ainda são um desafio.
Por tudo isso, o trabalho do cientista americano Omar Yaghi, professor de química na Universidade da Califórnia em Berkeley, é um avanço nesse sentido. Ele criou uma caixa que retira água do ar do deserto e funciona apenas com luz solar, sem a necessidade de nenhuma outra fonte de energia.
O pesquisador e sua equipe acabaram de testar o aparelho com sucesso no deserto do Arizona.
Yaghi é reconhecido internacionalmente por ser pioneiro no desenvolvimento de um tipo de material com altíssima capacidade de absorção, que foi usado na produção da coletora da água.
Entre os diversos prêmios que já recebeu, está o que ganhou neste ano da Fundação BBVA Fronteiras do Conhecimento na categoria Ciências Básicas.
O reconhecimento veio por causa de seu trabalho com as chamados Metal Organic Frameworks (MOF, ou estruturas metalorgânicas), conjuntos de moléculas em que cadeias de átomos de carbono se unem por meio de íons metálicos, formando estruturas.
Direito de imagem UC Berkeley/Divulgação
Image caption O químico Omar Yaghi trabalha com estruturas metalorgânicas
O próprio Yaghi deu um nome a esse campo de pesquisa: "química reticular".
Os cientistas podem modificar as estruturas metalorgânicas para incorporar propriedades diferentes – por exemplo, tornando-os porosos e aumentando sua capacidade de absorção.
Além de captar água, esse material tem potencial para absorver CO² da atmosfera e armazenar gases para combustíveis.
Direito de imagem UC Berkeley/Divulgação
Image caption Poros aumentam a superfície interna da estrutura, sendo ideais para absorção de água
Vários tipos de MOF já estão sendo testados para aumentar a capacidade do tanque de automóveis que funcionam à base de hidrogênio, por exemplo.
A aplicação do material para captação de água do deserto é uma das mais promissoras.

Caixa surpresa

Os poros de MOF atraem e armazenam as moléculas de água do ar e depois os soltam, sem demandar altas temperaturas ou uso de eletricidade.
A coletora de água é basicamente uma caixa dentro de outra.
Na de dentro, há uma camada feita com as estruturas metalorgânicas e que absorve as moléculas durante a noite.
A caixa maior, de plástico, tem uma tampa que fica aberta durante a noite para captar a umidade.
Direito de imagem UC Berkeley/Divulgação
Image caption Várias startups estão de olho na nova tecnologia
Durante o dia, a tampa é fechada, e com o calor do sol o aparelho se aquece e funciona como uma estufa. O calor moderado dentro do dispositivo faz o MOF liberar as moléculas de água, que se condensam no interior da caixa maior e escorrem para o fundo.
A grande novidade desse material é que ele absorve a água, mas não a "segura" com muita força.
Outros materiais, como as argilas, também absorvem umidade, mas precisam ser aquecidos a altas temperaturas para liberá-la.

Mais barato

A caixa testada no Arizona pode armazenar cerca de 200 ml de água por kg de MOF em um ciclo de captação.
O material não deixa resíduos no líquido, que pode ser bebido sem tratamento.
Direito de imagem UC Berkeley/Divulgação
Image caption Estruturas de MOF 303, que tem base de alumínio, podem baratear o custo o aparelho
O tipo de material usado no protótipo da caixa contém zircônio, um metal caro.
Mas Yaghi pretende testar em breve uma caixa coletora de água com outra variedade de estrutura metalorgânica, o MOF 303, que tem a base de alumínio – 150 vezes mais barato. Esse tipo de MOF captura o dobro de água, podendo melhorar o rendimento do dispositivo.
O químico afirma que já existe um enorme interesse comercial no protótipo, com várias startups atuando no desenvolvimento de versões comerciais da coletora.
Yaghi está trabalhando em aplicações da tecnologia em Riad, na Arábia Saudita, em parceria com a Cidade do Rei Abdul Aziz para a Ciência e Tecnologia, uma entidade governamental voltada para pesquisas.
O cientista afirma que o sistema pode ser adaptado para coletar água em qualquer deserto do mundo.
"Um terço da população vive em áreas com escassez de água, então poder obtê-la dessa forma é algo muito poderoso", afirma.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Wallmart Carros Famosos


CARROS QUE APARECEM NO VIDEO:
1 - BATMÓVEL (ESQUADRÃO SUICIDA)
2 - ECTO-1 (CADILLAC) (CAÇA FANTASMAS)
3 - KITT (PONTIAC TRANS AM) (A SUPER MÁQUINA)
4 - LIGHTNING MCQUEEN (CARROS)
5 - CARRO DE CACHORRO QUENTE (DEBI & LÓIDE)
6 - WAGON QUEEN FAMILY TRUCKSTER (FÉRIAS FRUSTADAS)
7 - MISTERY MACHINE (VAN) (SCOOBY-DOO)
8 - FORD EXPLORER (JURASSIC PARK)
9 - CARRUAGEM (CINDERELA)
10 - CARRO PRÉ-HISTÓRICO (OS FLINTSTONES)
11 - FUSCA (BUMBLEBEE) (TRANSFORMERS)
12 - DELOREAN DMC-12 (DE VOLTA PARA O FUTURO)


link: https://www.youtube.com/watch?v=tGp7yJdEY54


 

sábado, 7 de setembro de 2019

medias podem trazer distorções



Se o sujeito coloca o pé no fogo e a cabeça no freezer, ele vai morrer, mas a temperatura media vai ser boa, de 35ºC, há muitas maneiras de tirar a media.
A realidade pode não ser igual a ela.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

7 palavras japonesas que podem nos ajudar a ter serenidade


Ilustração de ondasDireito de imagem Alamy
Image caption Livro sugere o que o Ocidente pode aprender a partir de uma visão de mundo única
"Quando eu tinha dois anos, nossa família se mudou para uma cidade rural na região de Kansai para ficar com meus avós paternos que estavam envelhecendo", escreve Mari Fujimoto na introdução de seu novo livro Ikigai and Other Japanese Words to Live by ("Ikigai e outras palavras japonesas para seguir", em tradução livre), que apresenta 43 expressões pungentes da língua traduzidas para o inglês.
Mais do que uma simples recordação do Obon, festival que homenageia os antepassados, a experiência dela na infância reflete uma filosofia - uma das muitas que aparecem no livro, questionando os valores ocidentais dominantes.
Fujimoto, diretora de Estudos Japoneses da City University, em Nova York, é linguista por formação e acredita que, descobrindo palavras e expressões únicas em outras culturas, podemos obter uma compreensão mais ampla de nossas próprias vidas.
"No Ocidente, costumamos buscar a perfeição, e sentimos sempre que precisamos ser perfeitos, temos que fazer o máximo para atender às expectativas de outras pessoas. Pensando sobre como meus avós eram e sobre o estilo de vida japonês tradicional, pensei que poderíamos fazer uma pausa, olhar em volta e aceitar as coisas que normalmente não apreciamos, como envelhecer."
'Mugon-no gyō'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Mugon-no gyō': um exercício de meditação particularmente silencioso que pede que você reserve um momento para refletir antes de fazer algo - aja, não reaja
A serenidade permeia muitas das expressões, seja derivada da necessidade de aceitar questões que estão além do nosso controle ou de tratar com respeito o próximo.
O artista sul-africano David Buchler - que escreveu breves ensaios para o livro - vive no Japão há sete anos.
"Quando converso com pessoas em japonês, presto muita atenção no que estou dizendo, nos meus gestos e em ser educado, penso nos efeitos das minhas palavras (no interlocutor)", explicou ele à BBC Culture.
O livro cobre tópicos abrangentes, incluindo "harmonia", "gratidão" e "tempo" - mas não é um dicionário abstrato. Em vez disso, Fujimoto abre as portas para uma cultura que muitas vezes pode parecer distante para quem é de fora.
Sobre shibui, que "remete à beleza revelada pela passagem do tempo", ela escreve:
"Inserindo-se em uma estética de calma - cores suaves e brilho moderado -, esta palavra nos lembra de apreciar aquilo que melhora com a idade. Há um encanto na maturidade, e as experiências de vida marcam seus objetos com uma expressão agradável. Você pode observar o shibui na cor das folhas das árvores no início do inverno, ou em uma xícara de chá antiga em cima da mesa".
'Fukinsei'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Fukinsei', ou beleza na assimetria: a simetria representa a perfeição e é estranha à experiência humana. Uma forma de arte deve trazer uma sensação de possibilidades alternativas, admitindo a mudança
É uma filosofia que encontra um público receptivo: o programa da guru japonesa da arrumação Marie Kondo, por exemplo, é um sucesso no Netflix - ela ensina a desapegar de objetos que não despertam mais "alegria" em você. Um estilo de vida que levou ao aumento de doações a instituições de caridade no Reino Unido desde o lançamento do programa.
Ao mesmo tempo, o movimento mindfulness (atenção plena) do século 21 oferece aplicativos de meditação para praticar quando estamos a caminho do trabalho, preparando o jantar ou fazendo compras no supermercado.
'Teinei'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Teinei': uma atitude cortês, em que cada gesto é realizado com dedicação e precisão; se comportando com o maior cuidado para mostrar excelência em sua conduta
"Aprender a língua me acalmou muito - a maneira como eu me aproximo das coisas é mais benéfica para mim", diz Buchler.
Ele escolhe a expressão mono-no aware ou "a natureza efêmera da beleza".
"É basicamente sobre estar consternado e apreciar a transitoriedade - e também sobre a relação entre a vida e a morte. No Japão, há quatro estações muito distintas e você realmente se torna consciente da vida, da mortalidade e da transitoriedade. Você se torna consciente de como esses momentos são significativos."
'Mono-no aware'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Mono-no aware': a natureza efêmera da beleza - o sentimento discretamente exultante e agridoce de ser testemunha do deslumbrante circo da vida, sabendo que nada disso pode durar
O livro destaca o quanto o clima de um país afeta seu vocabulário.
"As condições de vida no Japão pré-moderno eram duras… as pessoas tiveram que aprender a conviver com isso - você não pode ficar sempre ressentido em relação ao que a natureza pode trazer. Em vez de ficarem chateados ou tentarem resistir, eles descobriram uma maneira sábia de apreciar e lidar com o que eles têm", diz Fujimoto.
'Shōganai'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption Traduzido literalmente como 'não existe meio ou método', shōganai é um lembrete de que às vezes temos que aceitar as coisas como elas são, nos permitindo deixar para trás sentimentos negativos
"Eu me lembro de tufões destruindo as plantações e de um grande terremoto que tirou milhares de vidas no meu distrito", escreve Fujimoto em sua introdução.
"É assim que os japoneses desenvolveram seu estilo de vida: vivendo em harmonia com a natureza, uma filosofia que se encontra no coração do xintoísmo, a antiga espiritualidade indígena do povo japonês… Esse sistema de crenças evolui para uma maneira unicamente japonesa de apreciar a beleza hoje."
'Kodawari'Direito de imagem Javier Hirschfield
Image caption 'Kodawari': atenção aos detalhes de forma determinada e escrupulosa, motivada por uma paixão sincera e autodisciplina; sabendo que alguns esforços não serão reconhecidos
Fujimoto reconhece que existem certos "elementos essenciais de beleza, como simetria, composição, juventude e vivacidade" - mas argumenta:
"Nós costumamos ser atraídos por essas qualidades 'positivas', enquanto atributos opostos, como a feiura, a imperfeição, a idade e a morte são consideradas desagradáveis no mundo ocidental."
"A estética tradicional japonesa é, inversamente, fundada na verdade inegável da natureza; tudo na natureza é transitório; nada dura e nada é perfeito. Há beleza em todos os variados aspectos da vida, do nascimento à morte, da imperfeição à perfeição, da feiura à elegância."
'YūgenDireito de imagem Javier Hirschfield
Image caption Ao valorizar o que é misterioso e profundo, 'yūgen' é um tipo de beleza que deriva do eufemismo: profundamente ligada ao 'kanso', é um lembrete para enxergamos além das aparências
O livro ressalta o benefício que a compreensão de determinadas palavras em idiomas diferentes pode trazer: podemos ver o mundo de duas maneiras diferentes, mantendo ambos os pontos de vista simultaneamente.
"Se você simplesmente mudar a sintonia, poderá ver mais beleza no mundo", diz Fujimoto.
"Apenas uma pequena mudança de mentalidade ou perspectiva: estamos rodeados de tantas coisas boas que não percebemos ou apreciamos."
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Culture.