quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Arquitetura - 14 características clássicas de casas japonesas


14 características clássicas de casas japonesas
Vejas as principais características clássicas de casas japonesas e suas funções!
Casas japonesas têm características de arquitetônicas e de interiores únicas, que são considerados uma parte importante da história e cultura do Japão. Estas características antigas ainda estão presentes na maioria das casas no Japão. Hoje iremos ver 17 dessas características.

Principais características clássicas de casas japonesas

1. Shoji

Shoji são painéis ou portas de correr estruturados em madeira e preenchidos com papel translúcido. Eles são utilizados para ambas as paredes do interior e exterior da casa. Permitindo a entrada de luz natural para o interior da casa.
Shoji

2. Fusuma

Fusuma são painéis deslizantes que atuam como portas e paredes. Elas permitem muitas possibilidades, como mudar o local da entrada do quarto, criar passagens e entradas secretas. 
Fusuma

Leia também:
Casas no Japão – Como são? Alugar ou Comprar?
As casas japonesas são realmente pequenas?

3.Wagoya

Carpinteiros japoneses desenvolveram técnicas de marcenaria avançadas, permitindo a construção de grandes edifícios sem o uso de pregos. Algumas dessas madeiras são encaixadas ou amarradas com corda, e podem ser visto nas antigas casas japonesas. 
Casas japonesas


4. Engawa

Equivale a varanda, um engawa é um corredor externo que envolve uma casa japonesa. São tradicionalmente usado para proteger as portas e paredes shoji contra o sol, chuvas e tempestades. 
Engawa

5.Ranma

Ranma são painéis encontradas acima shoji ou fusuma que são projetadas para deixar a luz em salas. Na maioria dàs vezes são feitas de madeiras ornamentadas ou são iguais o shoji.
Ranma

6.Tokonoma

A Tokonoma é uma área destinada a receber os convidados. É um local que se costuma colocar uma arte como pintura, shodo, pergaminhos, bonsai, okimono ou ikebana. Existem diversas regras de etiqueta com respeito ao Tokonoma. Uma delas é que ao acomodar os hóspedes deve ficar com as costas de frente para o tokonoma. Isto é devido à modéstia, o anfitrião não deve ser visto mostrando o conteúdo do tokonoma para o hóspede, assim deve evitar apontar para o tokonoma.
Tokonoma

7.Genkan

Genkan é a área de entrada tradicional para casas e prédios japoneses constituída de uma varanda, ou uma sala, com um tapete onde deve-se retirar os sapatos. A função principal do genkan é evitar que as sujeiras da rua que ficaram no sapato entrem dentro da casa, ou qualquer edifício.
O genkan é geralmente construído em desnível com o piso da casa para conter as sujeiras vindas da rua. Após retirado, os sapatos são geralmente dispostos com a frente virada para a porta, para serem vestidos mais facilmente na hora de sair, e veste-se um outro sapato, uwabaki, ou chinelo, surippa, para andar nos ambientes interiores do edifício. Normalmente, também, evita-se pisar no genkan descalço ou de meias.
Genkan

8. Tatami

Tatami são pisos ou esteiras tradicionalmente feitas de palha de arroz. Eles tem um tamanho padrão que varia conforme a região. Tatami são tão comuns no Japão, que casas e apartamentos geralmente são medidas usando o tamanho de um tatami como uma unidade. Eles representam um estilo de vida tradicional que envolve implantação e dormir no chão. Tatami têm uma sensação suave e natural em seus pés e tem um cheiro agradável quando eles são novos. Eles estão associados a uma ampla gama de usos e costumes, como sentar em seiza (foto da imagem).
Tatami

9. Chabudai

Chabudai são mesas com pernas curtas que são usados ​​ao sentar-se no chão.Eles são mais tipicamente usado em pisos de tatami, mas fazer aparições em pisos mais duros também. É comum que as famílias façam uma refeição ou reunião em um chabudai enquanto está sentado no zabuton.
Chabudai

10. Zabuton

Zabuton são travesseiros finos que são usados ​​para sentar-se em pisos de tatami. Eles são o equivalente de uma cadeira. Em partidas de sumô, multidões são conhecidos por jogar seu zabuton para o ringue para protestar contra um resultado impopular.
Zabuton

11. Kotatsu

Kotatsu é uma mesa baixa com um aquecedor elétrico embutido coberto por um cobertor pesado futon. As pessoas se sentam com as pernas sob kotatsu para relaxar, tomar uma refeição, estudar ou assistir televisão. 
Kotatsu

12. Ofuro

Ofurô é a palavra japonesa para o banho. No Japão antigo, casas não têm banheiros e pessoas visitaram banhos públicos todas as noites, conhecidos como sento. Até a era Meiji, Ofuro começou a se tornar uma característica mais comum em casas. Banhos japoneses são geralmente em uma sala separada do banheiro. Assim, basicamente quase toda casa do Japão possui uma banheira e um chuveiro pequeno. Os japoneses usam ofuro como uma atividade de lazer e tendem a tomar banhos demorados. Banhos de madeira são uma característica de luxo de algumas casas e ryokan.
Ofuro

13.Irori

Um Irori é uma lareira usada para aquecer a casa e cozinhar, consiste em um buraco quadrado no chão coberto por um gancho ou jizaikagi, que pende do teto acima do poço e pode ser usado para suspender uma panela sobre o fogo. Poucas casas modernas incluem um irori e eles são cada vez mais raros. Antigo restaurantes na zona rural japonesa tem um. Onde quer que eles são encontrados eles são populares no inverno.
Irori

14.Sudare

Sudare são cortinas de janelas tradicionais que são feitas com cordas horizontais de madeira, bambu ou outros materiais naturais. Elas são normalmente usadas na primavera e verão. Elas permitem uma brisa fresca através e são eficazes no bloqueio do sol. Sudare muitàs vezes são criados usando técnicas antigas e podem ter ganchos de ferro que parecem grandes para os padrões atuais. Embora a maioria tem um projeto básico, alguns são criados com seda, fio de ouro e outros materiais caros.
Sudare
Assista no vídeo abaixo as principais características clássicas de casas japonesas:





fonte: https://skdesu.com/14-caracteristicas-classicas-de-casas-japonesas/

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Iluminação - Branco quente ou branco frio: qual escolher?



Branco quente ou branco frio referem-se a temperatura de cor.
Branco frio: é a temperatura que varia entre 6000 e 6500k. Esse tipo de iluminação é indicada para ambientes cujas tarefas a serem realizadas no local, necessitam de maior atenção, como é o caso de cozinhas, banheiros, laboratórios, consultórios, salas comerciais, etc.
Branco quente: é a temperatura que varia entre 3000 a 3500k, indicada para ambientes mais aconchegantes, como salas, dormitórios, bares, hotéis, etc.
Muito gente acredita que o ambiente fica mais claro com o uso de lâmpadas na cor branco frio, porém, na prática isso não ocorre, uma vez que, geralmente, o fluxo luminoso em ambos os casos é o mesmo. Assim, dependendo da finalidade do uso do espaço, é possível escolher a melhor iluminação.




fonte: http://www.mesquitaeletro.com.br/blog/2017/08/18/branco-quente-ou-branco-frio-qual-escolher/

--- explicação menos resumida:

Branco Quente?

Aprenda como escolher entre branco frio e branco quente


Se você está indeciso sobre qual cor escolher, aprenda neste post as diferenças entre as duas temperaturas de cor. Estarei respondendo as principais dúvidas que a maioria dos clientes tem na hora de escolher a cor certa para seu apartamento.

 


História


Em 1931 a Comissão Internacional da Iluminação - CIE iniciou alguns estudos para tentar determinar a tonalidade de cor emitida pelas lâmpadas, a partir destes estudos surgiu a denominação temperatura de cor. Que veremos mais a frente.
No experimento realizado foi utilizado um corpo de metal, que foi aquecido gradualmente até começar a emitir luz. Durante o experimento notou-se que conforme a temperatura do metal aumentava a luz emitida pelo corpo metalico mudava de cor, variando entre o lilas até o azul. A partir de então foi criada a tabela de temperaturas de cor, que variava de 2000k (kelvin) a 6000k (kelvin)
temperatura de cor
Ao observar a tabela acima, podemos ver a relação entre a temperatura em que o metal foi submetido e sua respectiva cor de luz emitida.


O que é Branco Frio?

o que é branco frio R: Branco frio é a temperatura de varia entre 6000k a 6500 (kelvin), denominada Luz do Dia (day light). Indicamos este tipo de luz, para ambientes onde são realizados trabalhos manuais que requerem maior atenção, tais como: Cozinha, Banheiro, Escritório, Consultório e Comércio em Geral.


apartamento branco frio

O que é Branco Quente?

o que é branco quente
 R: A temperatura ideal para ambientes como quarto e sala de estar. Temperatura que abrange a faixa de 3000k a 3500k (kelvin). Torna os ambientes mais aconchegantes. Indicamos para: Quarto, sala de estar, sala de jantar, lojas de roupa, bares, pubs, hotéis, entre outros. Veja abaixo como o ambiente fica.


apartamento com luz branco quente

O que é Branco Neutro?


o que e branco neutro R: Temperatura de cor bastante utilizada em shoppings, porém sendo difícil de encontrar em lâmpadas com tecnologia LED. Temperatura de cor que abrange a faixa de 4000k a 4500k (kelvin). Com tonalidade branca levemente amarelada, a luz branco neutro muitas vezes é confundida com o branco quente, porém possui tonalidade mais branca.



Você pode criar ambientes incríveis fazendo a combinação de cores. Utilizando luz fria no centro da sala e luz quente nas laterais (sanca de gesso).
comparativo branco frio branco quente branco neutro

Perguntas Frequentes


* A Luz branco quente esquenta o ambiente?
R: Não esquenta, a luz branco quente é assim chamada devido a sua cor se aproximar dos tons quentes, como o vermelho, laranja, amarelo etc. Não tem relação com o calor produzido pelo plafon led (que é extremamente baixo comparado a outros modelos de lampadas).

* A Luz branco frio esfria o ambiente?
R: A luz branco frio não esfria o ambiente, ela é assim chamada devido a sua tonalidade de cor se aproximar dos tons frios, como o azul, branco, etc.

A Luz branco frio é mais clara que a luz branco quente?
R: A percepção visual é de que o ambiente fica mais claro, porém na pratica isto não ocorre. Os plafons de led com tonalidade branco frio geralmente possuem o mesmo fluxo luminoso de luminárias com tonalidade branco quente.

fonte: https://www.borealled.com.br/branco-frio-ou-branco-quente

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Moedas virtuais - Nicehash, a casa caiu!!




Fundadores do site NiceHash se desculpam após hackers roubarem US$ 64 milhões em Bitcoin

Os fundadores do serviço de mineração de Bitcoin NiceHash, Marko Kobal e Sasa Coh fizeram uma transmissão ao vivo no Facebook para se desculpar pela perda do equivalente a US$ 64 milhões para um grupo de hackers.

De acordo com o site The Verge, muitos dos usuários que acompanhavam o streaming notaram que Kobal e Coh pareciam se sentir culpados. Logo surgiram especulações de que o roubo teria sido um trabalho interno cometido por alguém de dentro da firma, algo que não foi provado até o momento.
Os fundadores da companhia disseram que estão trabalhando duramente para recuperar a Bitcoin para seus usuários. Eles revelaram que a NiceHash está trabalhando de maneira próxima com as forças da lei e com especialistas de cibersegurança para determinar a quantidade total de criptomoedas roubadas e descobrir como o sistema de segurança foi comprometido.
As informações da firma de mineração dão conta de que cerca de 4,7 mil Bitcoin foram roubadas no dia 6 de dezembro. O endereço de IP dos hackers é de fora da Europa. Eles sabem que os hackers obtiveram credenciais de engenheiros da NiceHash e as usaram para acessar o sistema de pagamentos. Kobal disse que poderá divulgar mais detalhes nos próximos dias.
"Infelizmente, nós viramos um alvo e alguém realmente queria nos derrubar. Foi um ataque altamente sofisticado".
- Marko Kobal, CEO e fundador da NiceHash.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Molho barbecue - algumas receitas

Churrasco: aprenda quatro receitas de molho barbecue
Sexta, 7/3/2014 8:28.
Por Waldemar Cezar 

Não sei quem inventou o churrasco, mas deve ter sido o mesmo cara que na pré-história aprendeu a produzir fogo batendo pedras ou atritando madeiras. Há algum tempo vejo nos cardápios dos restaurantes um prato divino com carne, a costelinha de porco ao molho barbecue. Existem dezenas de molhos barbecue porque nos Estados Unidos (onde o produto é vendido pronto nos mercados) as receitas foram se diversificando, portanto nem todo molho desse tipo precisa ser adocicado e vermelho como fazemos aqui.

Molho barbecue 1


Misture uma xícara de Coca-Cola com uma xícara de polpa de tomates, uma latinha (150g) de massa de tomates, ¼ de xícara de manteiga, meia xícara de molho inglês (é forte, prefiro diminuir as dosagens previstas nas receitas), meia xícara de açúcar mascavo, meia xícara de meado de cana, meia xícara de vinagre de maçã, uma colher de vinagre de vinho, duas colheres de molho de carne e uma colher de mostarda amarela. Junte uma colherinha de pimenta moída, uma de cebola em pó, uma de alho em pó, sal e molho de pimenta a gosto. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando até encorpar.

Molho barbecue 2


Este é mais fácil. Refogue em duas colheres de óleo um dente de alho esmagado e uma cebola picada. Junte ¼ de xícara de vinagre branco, ¼ de xícara de catchup, um cravo, três colheres de páprica doce 3 colheres de molho inglês, três colheres de açúcar mascavo, uma dedo-de-moça sem sementes, picada e algumas gotas de suco de limão. Cozinhe em fogo baixo até encorpar.

Molho barbecue 3


Misture uma xícara de mostarda amarela com meia xícara de açúcar refinado, ¼ de xícara de açúcar mascavo, 3/4 de xícara de vinagre de maçã, ¼ de xícara de água e duas colheres (ou mais) de pimenta moída. Leve ao fogo baixo por meia hora. Junte meia colher de molho de soja, duas colheres de manteiga e uma colher de aromatizante de defumado. Cozinhe mais 10 minutos.

Molho barbecue 4


Misture ¾ de xícara de maionese com 1/3 de xícara de vinagre de maçã, ¼ de xícara de suco de limão, ¼ de xícara de suco de maçã, uma colher de alho em pó, uma colher de pimenta moída, duas colheres de mostarda, uma colher de raiz forte, sal e molho de pimenta a gosto. Não vai ao fogo, deixe de um dia para o outro na geladeira.

Costelinha ao molho barbecue


Tempere costelinha com pimenta, alho, sal, tomilho, alecrim, sálvia e um fio de azeite e deixe pegar gosto uma noite na geladeira. Coloque na assadeira com os osso para baixo, pincele molho barbecue, cubra com alumínio e asse mais ou menos uma hora e meia, pincelando o molho algumas vezes. Retire o papel alumínio e termine de dourar a carne. Sirva com batatas ao forno e o que sobrar do molho em separado.

Alcatra


A rigor dá para preparar com qualquer carne para churrasco. Coloque a carne para assar na churrasqueira ou forno e enquanto assa pincele com molho barbecue.



fonte: https://pagina3.com.br/variedades/2014/mar/7/2/churrasco-aprenda-quatro-receitas-de-molho-barbecue

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Corn Dogs - cachorro quente empanado, usando kimilho



Aproveitando as salsichas que comprei para fazer os enroladinhos, resolvi finalmente experimentar estes empanados. Já estava na minha listinha faz muito tempo, sempre adiando porque é friturinha mas de vez em quando não faz mal ne? ;)
A massa rende bastante e além de salsichas pode muito bem ser usada para empanar legumes ou batatas cozidas ou misturar presunto e queijo picadinhos ou somente a massa frita às colheradas (*). Se quiser experimentar com menos culpa, podem ser assadas também mas a textura vai mudar. Sendo frita a casquinha fica bem crocante, uma perdição, impossível de comer um só!
Sem dúvida um ótimo belisquete para quem aprecia uma cervejinha ou diversão garantida para a garotada se usadas salsichas inteiras e espetadas no palito de churrasco como a versão da Cris!
Tive um pouco de dificuldade para cobrir as salsichas com a massa, ela escorre e ficam alguns pontos sem massa. Creio que se passar um pouco de farinha de trigo nas salsichas antes de mergulhar na massa ajude a segurar mais.
O molho barbecue foi uma surpresa! Sem dúvida a coca-cola é que dá o sabor peculiar deste molho, santa descoberta!!!

* xícara medida 240ml

Massa:
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de farinha de milho instantânea tipo kimilho, milharina... (não use fubá)
1 ovo grande
1 xícara de leite
1/4 xícara de óleo
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de sal
1 pacote de salsichas inteiras e espetadas em palitos de churrasco ou cortadas (eu dividi cada salsicha em 3)

Misture todos os ingredientes e passe a massa nas salsichas. Caso faça as salsichas inteiras, coloque a massa numa jarra funda para mergulhar as salsichas por completo. Frite em óleo quente em fogo moderado até dourar dos dois lados. Escorra em papel toalha e sirva quentinhos com molho barbecue ultra-rápido:

1/2 xícara de catchup
3 colheres (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de coca-cola

Misture tudo e sirva. Eu fui adicionando o molho inglês e coca aos poucos até chegar ao meu sabor ideal.

(*) com a massa que sobrou acrescentei 1 abobrinha ralada, 1/2 cenoura ralada e bastante cheiro verde picadinho. Misturei tudo e fritei às colheradas. Ficou muito bom tbm! :)


fonte: http://pecadodagula.blogspot.com.br/2012/02/corn-dogs-cachorro-quente-empanado.html

domingo, 26 de novembro de 2017

Treine seu cérebro: será que você consegue decifrar o código?

Será que você consegue invadir o quartel-general do inimigo?
Basta decifrar o código.


Keypad
Para invadir o quartel-general do inimigo, é necessário digitar um código secreto. Você recebeu a informação que o código seria o próximo número da sequência abaixo:
1, 11, 21, 1211 ... Qual é o código?
Role a página para ver a resposta.

 Ilustração de ponto de interrogação

















Solução

O código é 111221.
Cada número descreve o número anterior. Sendo assim, 1211 é um um, um dois e dois uns (ou 111221).
Enigma apresentado pelo programa Today, da BBC, criado pela escritora britânica Lauren Chil, autora da série de livros sobre Ruby Redfort, personagem de 13 anos que desvenda códigos secretos.



Nota: cheguei perto, rsrs, mas admito que pensei por 30s somente.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Segurança - O novo profissional de Segurança da Informação

De acordo com Erick Lemos, coordenador da Equipe de Resposta a Incidentes de Segurança da Real Protect, as principais características que fazem um especialista ser competitivo são adaptabilidade, profissionalismo, autocrítica e visão holística



Normalmente, quando se pensa numa vaga em qualquer área de Tecnologia da Informação, os primeiros requisitos que vêm à cabeça são bagagem teórica, formação acadêmica, cursos, etc. E, embora o conhecimento técnico seja fundamental, ele por si só não representa um diferencial para Segurança da Informação.

O profissional de Segurança da Informação lida com um cenário extremamente dinâmico e atua constantemente com outros setores da empresa, além possuir uma grande responsabilidade sobre suas atividades.

O mercado de tecnologia evoluiu muito nos últimos anos e, consequentemente, as exigências para ingressar e se manter nele também. Habilidades teóricas são indispensáveis, mas algumas características comportamentais são determinantes para obter sucesso nesse segmento tão competitivo.

Então, o que é realmente importante para quem quer trabalhar com Segurança da Informação?

De acordo com Erick Lemos, coordenador da Equipe de Resposta a Incidentes de Segurança da Real Protect, as principais características que fazem um profissional de SI se tornar competitivo no mercado são: adaptabilidade, profissionalismo, autocrítica e visão holística.

Lemos explica que, para se tornar competitivo, o profissional de SI precisará não apenas ter o conhecimento, como também deverá saber como aplicá-lo em diversos contextos. Além disso, terá que ser capaz de se comunicar muito bem. A comunicação ocorre com outras áreas técnicas e também com setores e pessoas que não possuem contato próximo ou conhecimento em tecnologia. A comunicação eficiente com profissionais de outras áreas, principalmente não técnicas, é um grande diferencial. Por fim, a ética e maturidade são fundamentais, já que o profissional de SI lida com acesso a muitos dados, normalmente contendo informações sensíveis e confidenciais.

“Ao longo dos últimos anos houve uma mudança no perfil do profissional de SI. A partir do lançamento de novas tecnologias de automação no mercado – Big Data, Machine Learning, entre outros – e sua aplicabilidade dentro do cenário de segurança, o profissional de Segurança da Informação também precisou se adaptar a esta nova realidade, pois necessitou de um conjunto de habilidades diferente do profissional de 20 anos atrás”, afirma Lemos.

Segundo ele, esse novo profissional de SI precisou se tornar muito mais analítico e desenvolver uma visão holística e estratégica do negócio. A visão de SI se expande sobre outras áreas e processos, como a programação segura, o envolvimento com infraestrutura, a definição de políticas junto à Governança e a apresentação de riscos e planos de continuidade de negócios.

fonte: http://www.securityreport.com.br/overview/o-novo-profissional-de-seguranca-da-informacao/

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Treine seu cérebro: quanto leva para encher o tanque?

Será que você consegue resolver?
Boa sorte!
Direito de imagem Getty Images
Dois canos separados, A e B, podem abastecer um tanque de água a um fluxo constante.
O cano A levaria uma hora e 20 minutos para encher sozinho o tanque vazio.
Já o cano B preencheria sozinho em duas horas o tanque vazio.
Se ambos os canos fossem abertos ao mesmo tempo, quanto tempo levaria para encher o tanque vazio?




























Role a página para saber a resposta.

A Resposta

48 minutos.
O cano A leva 4/3 de horas para preencher o tanque, então sua taxa de fluxo é de 3/4 de tanque por hora.
Como o cano B leva 2 horas para encher o tanque, sua taxa de fluxo é de 1/2 tanque por hora.
Se a água estiver fluindo em ambos os canos ao mesmo tempo, a taxa combinada de fluxo é:
3/4 + 1/2 = (3+2)/4 = 5/4 de tanque por hora.
Assim, usando ambos os canos, o tanque seria preenchido em 4/5 de uma hora, ou seja, em 48 minutos.
Enigma criado pela Escola de Matemática e Estatística da Universidade de Sheffield, no Reino Unido.

Artigo - Talento permite aos profissionais trabalhar com equipamentos de qualquer fabricante

“Organizações investem em programas errados”

Para John McGlinchey, VP da CompTIA, empresas insistem em direcionar profissionais de Segurança para treinamentos de produtos específicos e não em programas que desenvolvam habilidades; na visão do executivo, “quem tem talento trabalha com equipamento de qualquer fabricante”


No início do ano, a Level 3 publicou um estudo que colocou em xeque a maturidade da Segurança da Informação brasileira. Feita em parceria com a IDC, a pesquisa revelou que mais de 60% das organizações analisadas acreditam ter poucos profissionais qualificados para lidar com os atuais problemas de Segurança Cibernética. O problema, segundo John McGlinchey, VP da CompTIA, é que provavelmente as organizações estejam investindo erroneamente nas qualificações de seus funcionários.

“Muitas empresas desperdiçam investimentos enviando pessoas ao treinamento errado”. McGlinchey explica que os profissionais precisam de treinamentos para desenvolver habilidades como um todo e não em um determinado tipo de produto. “Talento permite aos profissionais trabalhar com equipamentos de qualquer fabricante”, esclarece.

A escassez da mão de obra qualificada em SI é constantemente citada como um dos principais desafios do mercado tecnológico atualmente.  A CompTIA fala sobre essa demanda desde 2010 e publica relatórios anuais sobre a falta de profissionais qualificados de TI. A ASSESPRO publicou seu estudo em 2010. Outras pesquisas de diferentes fontes têm falado sobre isso há mais de 10 anos.

Em 2016, por exemplo, a Robert Half ouviu 100 CIOs regionais e 93% disseram que enfrentarão sérios problemas de Segurança nos próximos cinco anos devido à falta de colaboradores especializados.

O problema tende a se agravar à medida que a IoT avança, assim como o aumento das capacidades de smartphones e outras megatendências. Com isso, a demanda de especialistas em Segurança crescerá exponencialmente.

Segundo McGlinchey, não há planos unificados por governos ou indústrias para resolver o problema da falta de mão de obra. “Além disso, os jovens não estão interessados ​​em TI e os sistemas educacionais não desenvolvem programas para atender o que a indústria precisa”, finaliza.

fonte: http://www.securityreport.com.br/destaques/organizacoes-investem-em-programas-errados/

Artigo - Vantablack - Prédio feito com "material mais escuro do mundo" criará um 'buraco no espaço'

O arquiteto Asif Khan decidiu usar o Vantablack para criar prédio que pretende ser uma experiência filosófica para os visitantes; material com nanotubos é o mais próximo que chegamos dos buracos negros do universo



Arquiteto promete criar um
Creative Commons/Wikimedia
Arquiteto promete criar um "buraco no espaço" na próximas Olimpíadas de Inverno com o material mais escuro do mundo


Você conhece o Vantablack? O material, considerado o mais escuro do mundo, consegue absorver 99,96% da luz que atinge a sua superfície. Comparado a “coisa mais próxima de um buraco negro” que poderemos ver, o material está próximo de ser usado para uma estrutura surpreendente. Isso porque, para as Olimpíadas de Inverno da Coreia do Sul, em 2018, um arquiteto está usando o Vantablack para construir um prédio apelidado de “do espaço”. Ficou curioso?

O arquiteto Asif Khan explicou para a CNN que a construção, que será inaugurada no complexo esportivo das próximas Olimpíadas de Inverno , pretende “criar a experiência de observar as profundezas do universo” com o material, composto de nanotubos de carbono. Apesar das quatro paredes curvadas, o prédio, visto a uma certa distância, passará a impressão de ser uma fenda negra com milhares de pequenas luzes imitando as estrelas.
"Quanto mais perto você chegar da estrutura, as 'estrelas' vão começar a parecer maiores até preencherem todo o seu campo de visão. E então vai parecer que você está sendo absorvido por uma nuvem de escuridão", Khan descreveu.
O arquiteto ainda explicou que, junto do 'infinito branco' do complexo esportivo de inverno, sua invenção quer provocar uma experiência filosófica ao apresentar aos visitantes um "vazio de infinita profundeza e possibilidades".

O Vantablack

Criado há três anos por cientistas britânicos da Surrey NanoSystems, o material é tão escuro a ponto do olho humano não conseguir decifrar para o que está olhando. E isso acontece porque o Vantablack não é uma cor. Na realidade, ele é a quase completa ausência de cor.
Originalmente desenvolvido para a engenharia espacial, o material tem esta peculiaridade explicada por Ben Jensen, co-fundador da empresa do Reino Unido. "Quando não há luz refletida de volta para o observador, você não vê nada e seu cérebro entende essa ausência como a cor preta", disse à CNN. 
Seu nome foi criado apartir da expressão  Vertically Aligned NanoTube Arrays (Conjunto de Nanotubos Verticalmente Alinhados) e palavra black , ou seja, preto.  E para explicar o seu mecanismo, Jensen descreveu que um centímetro quadrado de Vantablack consiste em cerca de um bilhão de nanotubos de carbono espaçados de forma perfeita. Assim, quando a luz chega a sua superfície, ela fica "presa" e é convertida em calor.

Diferentes formas de aplicação

Além de ser matéria-prima para o prédio "revolucionário" de Asif Khan, as características peculiares do Vantablack – como a mudança nas leis fundamentais de percepção, também atraíram outras empresas.
Uma companhia na Suécia, por exemplo, está usando o material para revestir o interior de telescópio óptico. Acoplado a um microsatélite, assim ele poderá bloquear as luzes provenientes do sol e da cidade.
"Nós queríamos garantir que a luz captada pelo telescópio virá da atmosfera, e não de outras fontes indesejadas", o engenheiro Arvid Hammer, da Omnisys Instruments, explicou. Desta forma, pesquisas científicas poderão ter imagens mais claras da atmosfera e melhores dados que podem melhores os atuais modelos climáticos.

Porém, não só ideiais revolucionárias, como as do telescópio e do prédio para as Olimpíadas de Inverno, são ouvidas por Jensen e sua equipe. Ele revelou que já recebeu propostas muito peculiares, como a de uma pessoa que queria comer um pedaço do Vantablack e filmar a ação para publicar no Youtube. "Obviamente, essa não é uma boa ideia", advertiu.

    terça-feira, 14 de novembro de 2017

    Seriado - Criminal Minds Temp.8 Ep.7


    http://soseriadosdetv.com/2012/12/26/criminal-minds-the-fallen-8x7/


    ---- transcrição do episodio:

    Criminal Minds: The Fallen (8×7)

    20121226-195424.jpg Um episódio de Criminal Minds dedicado, merecidamente, a David Rossi.
    Em meio ao irregular começo de temporada que Criminal Minds vem tendo um episódio como The Fallen foi uma grata surpresa – além de nos apresentar um assassino que desperta nossa curiosidade por seu comportamento inconstante ou por tentarmos entender sua motivação, nos deu todo um pano de fundo em função da ligação improvável de Rossi com um dos muitos mendigos da cidade.
    Conhecer o passado de Rossi, na verdade, seria mais interessante do que pegar o bandido, não fosse o fato da ligação dos dois ter sido fundamental para que não acontecesse o pior quando o bandido ameaça colocar fogo em tudo.
    E se houve algo de repetitivo, ainda assim não o foi de forma negativa: o que é preciso para que alguém aparentemente normal se torne um assassino? Aqui vemos alguém que era evidentemente problemático, mas a quem ninguém havia olhado mais que uma vez no passado,ter seu instinto assassino despertado pela decepção de perder seu emprego, no qual esperava conseguir um reconhecimento que nunca tinha tido – é comprovado que pessoas com necessidade de serem reconhecidos como heróis tema tendência a escolher profissões como policial ou bombeiro, com resultado nem sempre positivo.
    Do outro lado reconhecimento de um problema que incomoda de forma doída os americanos: como garantir uma vida normal aos veteranos de guerra, que retornam muitas vezes tão problemáticos.
    O roteiro de Criminal Minds acertou no desenvolvimento das duas idéias. Um bom episódio para encerrar o ano.
    P.S. Gostei bastante do encerramento, apesar de óbvio. Rossi homenageia seu antigo superior e, em sua figura, a outros veteranos também.
    P.S. do P.S. Gostei do comercial do AXN para anunciar que suas séries estavam entrando de ferias.
    Tem algumas musicas que viram chiclete...
    The song played by the busker at the beginning of the episode is, Keep Holding On by Avril Lavigne.

    https://www.vagalume.com.br/avril-lavigne/keep-holding-on-traducao.html

    segunda-feira, 13 de novembro de 2017

    Culinária - Matambre

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Matambre


    Eu experimentei este corte bovino num restaurante em Porto Alegre, há muitos anos atrás....

    Nem sabia que era desprezada e considerada carne de terceira linha por ser muito dura, mas é muito bom!!!.

    Dois restaurantes que servem em Porto Alegre:

    Churrascaria Schneider
    Parrila Del Sur.

    quinta-feira, 9 de novembro de 2017

    Artigo - Treine seu cérebro: desvende o enigma do reflexo do relógio


    Tic-tac, tic-tac... o tempo está passando.
    Não perca o desafio de hoje. Boa sorte!


    Relógio digital 
    Image caption O enigma do reflexo do relógio
    Becky tem um relógio digital de 24 horas no topo de uma mesa de vidro.
    Quando ela olhou para o relógio às 13:08, notou que o reflexo no topo da mesa era exatamente igual ao do visor do relógio, ao passo que um minuto antes não era.
    Quantas vezes, em um período de 24 horas, o visor do relógio e seu reflexo serão exatamente iguais?
    Role a página para descobrir a resposta

    Treine seu cérebro 
    Image caption Treine seu cérebro

    A resposta

    96 vezes.
    Os únicos dígitos no visor do relógio digital que aparecerão da mesma forma quando refletidos na mesa de vidro são 0,1,3 e 8. Portanto, é necessário encontrar o número de vezes, em um período de 24 horas, que o visor do relógio será composto apenas por esses dígitos.
    Há duas possibilidades para o primeiro dígito: 0 ou 1.
    Existem quatro possibilidades para o segundo dígito: 0, 1, 3 ou 8.
    Há três possibilidades para o terceiro dígito: 0, 1 ou 3.
    Existem quatro possibilidades para o quarto dígito: 0, 1, 3 ou 8.
    Para encontrar o número total de possibilidades, devemos multiplicar o número de possibilidades para cada dígito.
    Portanto, o número de vezes em que a exibição do visor e seu reflexo serão iguais é: 2 × 4 × 3 × 4 = 96.
    Enigma criado pela Universidade de Cambridge - apresentado pelo Today

    quarta-feira, 20 de setembro de 2017

    Emprego - as 10 perguntas mais comuns no Brasil numa entrevista


    1.    Por que você quer trabalhar nesta empresa?

    2.    Conte um pouco da sua experiência

    3.    Quais são suas principais qualidades?

    4.    Quais são seus principais defeitos?

    5.    Quais são os seus objetivos na empresa?

    6.    Qual a sua formação?

    7.    Por qual motivo você acha que devo te contratar?

    8.    Você gosta de trabalhar em equipe?

    9.    Como você lida com pressão?

    10.   Qual sua expectativa de carreira em cinco anos?


    fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/09/10-perguntas-mais-comuns-em-entrevistas-de-emprego.html?google_editors_picks=true

    terça-feira, 13 de junho de 2017

    NCIS - Gibbs Regras

    http://brncis.blogspot.com.br/2014/01/gibbs-regras.html

    --- quem assiste ao seriado sabe que algumas regras podem ser quebradas:

    # Nunca peça desculpas é sinal de fraqueza.
    # Mas é preciso coragem pra se desculpar.

    quinta-feira, 25 de maio de 2017

    Guaraná com Ginseng - (como burlar a anvisa)

    Ginseng: Informação nutricional ou alegação em saúde?


    Felipe Berger e Fernanda Maia
    Fonte: http://bromatopesquisas-ufrj.blogspot.com.br/2013/08/ginseng-informacao-nutricional-ou_11.html

    Há séculos o ginseng (Panax ginseng C. A. Mey., Araliaceae), é usado na medicina tradicional oriental para uma série de fatores, principalmente como tônico. É popularmente conhecido como revitalizante e muitas vezes tratado como uma panaceia.

    Basta dar uma rápida volta no supermercado e você encontrará um produto com a estampa “Ginseng”. Será que os produtos que recebem em seu rótulo o nome desta planta tão famosa realmente promovem o que se espera dela? Ou seria apenas um subterfúgio para vender mais?


    Introdução
    O que é Ginseng?
    O termo ginseng representa uma série de raízes de plantas. As mais conhecidas mundialmente são o “ginseng coreano” (Panax ginseng), o “ginseng siberiano” (Eleutherococcus senticosus) e o “ginseng americano” (Panax quinquefolius). Cada um possui aspectos e efeitos particulares, não devendo então ser generalizados1. Ainda acrescenta-se à lista outro tipo de ginseng: a Pfaffia Paniculata (Mart) O. Kuntze (Amaranthaceae), o “ginseng brasileiro”. No entanto, existe a discussão por parte de diversos autores sobre os verdadeiros efeitos deste sobre a saúde. 
    Segundo a Lista de Medicamentos Fitoterápicos de Registro Simplificado2, dada pela Instrução Normativa nº 5 de 2008 da Anvisa, o nome popular “ginseng” refere-se à P. ginseng. Esta espécie é a mais estudada e com suas propriedades melhor elucidadas, possuindo monografia da Organização Mundial da Saúde3. Portanto, para fins deste trabalho, serão então considerados os termos “ginseng”, quando não citados, referentes à P. ginseng.
    Este estudo pretende então avaliar aos olhos da atual legislação se de fato há uso de ginseng em alimentos e se isto é feito de modo adequado.
    Aspectos Bromatológicos
    O que o Ginseng faz?
    Aos ginsenosideos são atribuídas as atividades do ginseng. Estes constituem uma classe de moléculas que são tipicamente encontradas em suas espécies.

    Diversos efeitos benéficos são descritos na literatura, como antioxidante, anti-inflamatório e anticâncer. Porém, um efeito unânime que quase sempre se remete ao ginseng é a sua característica revitalizante. Por isso é atualmente classificado como “adaptógeno”, isto é, um agente que aumenta a resistência física, química e biológica ao estresse, aumentando assim a capacidade física e mental1.

    Alimentos
    Quais rótulos trazem o termo “Ginseng”?
    Em geral o termo ginseng vem acompanhando produtos amplamente utilizados por quem procura energia para realizar suas atividades: bebidas prontas à base de guaraná (Paullinia cuapana Kunth, Sapindaceae). Sendo popularmente conhecido como tônico, esta estampa também pode ser empregada com o intuito de propaganda, atraindo o consumidor menos informado.
    A seguir serão listados alguns produtos que apresentam o termo “Ginseng” em seu rótulo:

    1)      Guaraviton® 
    Vemos aqui o “Guaraviton”, do fabricante Viton 44 Indústria, Comércio e Exportação de Alimentos Ltda. Observamos o termo “Ginseng” com grande destaque, em fundo contrastante ao rótulo enquanto abaixo, em letras menores, lemos: “Bebida de guaraná com aroma de ginseng adoçada”. Nos ingredientes o fabricante especifica que se trata do aroma do ginseng coreano.
    2)      Triaction®
    Neste caso temos “Triaction - Guaraná da Amazônia”, do fabricante Vita Mel Indústrias Ltda. A palavra “Ginseng” possui grande destaque no rótulo. Nos ingredientes o fabricante apenas cita “extrato de ginseng”, sem especificar de qual espécie e a quantidade.
    3)      Guarateen® 
    Acima analisamos o “Guarateen”, do fabricante Riosul Ltda. Vemos no rótulo a palavra “ginseng”, sinalizada pela seta. Nos ingredientes descritos o fabricante cita “Aromatizante extrato natural de raíz de ginseng coreano – Panax ginseng”. Apesar da especificidade da espécie, trata-se apenas de aroma. As informações foram retiradas do site do fabricante4.
    4)      Guaramix® 
    Aqui observamos o “Guaramix”, do fabricante Mix do Brasil Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. O rótulo traz “ginseng” de forma destacada, porém no final, em letras menores, “bebida mista de guaraná e açaí com aroma de ginseng adoçada”. Nos ingredientes o fabricante diz “Aromatizante extrato natural de ginseng (panax)”, indicando que trata-se do ginseng do gênero Panax. As informações foram retiradas do site do fabricante5.
    Legislação
    Que leis o regulamentam?
    Os alimentos funcionais são regulamentados no Brasil pelo Ministério da Saúde através da Anvisa, autarquia federal sob regime especial, instituída pela Lei nº 9.782 de 1999. Esta dispõe sobre estes alimentos por meio de uma série de regulamentos técnicos. O regulamento técnico para bebidas prontas, alimento estudado neste trabalho, está inserido na Resolução RDC nº 273 de 22 de setembro de 2005. Ainda existem as Resoluções nº 18 e 19, ambas de 1999, que definem e estabelecem critérios para as alegações em saúde dada por produtos alimentícios.
    O ginseng aparece na IN nº 5 de 2008 sendo classificado como medicamento fitoterápico de registro simplificado, não podendo ser considerando, então, alimento ou ingrediente.

    Na Europa o regulamento (CE) nº 1924 de 20066 determina condições para se promover alegações em saúde, exigindo uma série de informações acompanhando tal alegação.


    Discussão
    A princípio observamos que três dos produtos listados continham apenas o aroma da raiz de ginseng, dois deles utilizando o termo “aromatizante extrato”. Sem discutir o caráter organoléptico, podemos desconfiar a respeito do real interesse dos fabricantes. Apenas o nome “Ginseng” é capaz de atrair o consumidor desatento que, ao vê-lo com grande destaque no rótulo, consome o produto crendo nas propriedades funcionais atribuídas pelo mesmo em seu uso popular.

    Segundo o Guia para Comprovação da Segurança de Alimentos e Ingredientes7 publicado pela Anvisa em Fevereiro de 2013, o ginseng não pode ser considerado um alimento ou ingrediente e sim uma planta utilizada com propósito terapêutico, no Brasil. Sendo assim, as bebidas que apresentarem de fato extrato de ginseng em sua composição devem se remeter a Anvisa apresentando o teor do mesmo e, se necessário, registrar o produto dentro de sua classificação apropriada.
    Conclusão
    O termo “ginseng” nos rótulos não é apropriado, uma vez que pode causar uma interpretação errada do consumidor, pois como visto, muitas vezes trata-se apenas do aroma. Neste caso, o ideal seria colocar com o mesmo destaque a parte referente ao aroma ou usar uma terminologia direta, como “Aroma de Ginseng” ou “Sabor Ginseng”, assim como o item 3.5 do Regulamento presente na RDC 273 de 2005 diz.              

    Para as bebidas que contenham de fato o extrato ou a tintura da droga vegetal é necessário registro na Anvisa, já que não é classificado simplesmente como alimento ou ingrediente e, avaliado o devido teor, classificado como fitoterápico de registro simplificado. Sendo assim, o fabricante deve passar pelos devidos trâmites legais em relação ao seu produto para que possa assim ser comercializado de forma adequada.
    Referências:

    1 KIEFER, D.; PANTUSO, T. Panax ginseng. American Family Physician, v. 68, n. 8, p. 1539-1542, 2013. Disponível em <http://www.mirabiotechnology.com/upload/2013217121850panax%20ginseng.pdf> Acesso em 10/08/2013.

    2 BRASIL. Instrução Normativa nº 5 de 2008, MS, Anvisa. Disponível em <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/IN_N_5_2008_anvisa.pdf> Acesso em 10/08/2013.

    3 WHO. WHO Monographs on Selected Medicinal PlantsVolume 1. Disponível em <http://apps.who.int/medicinedocs/en/d/Js2200e/19.html#Js2200e.19> Acesso em 10/08/2013.



    6 Europa – Síntese da legislação da UE. Alegações nutricionais e de saúde. Disponível em <http://europa.eu/legislation_summaries/consumers/product_labelling_and_packaging/l21306_pt.htm> Acesso em 10/08/2013.
    7 BRASIL. Guia para Comprovação de Segurança de Alimentos e Ingredientes. Anvisa, 2013. Disponível em <http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/2b84a5004eb5354885fb878a610f4177/Guia+para+Comprova%C3%A7%C3%A3o+da+Seguran%C3%A7a+de+Alimentos+e+Ingredientes.pdf?MOD=AJPERES> Acesso em 10/08/2013. 

    segunda-feira, 8 de maio de 2017

    Bebidas - Já tomou Shochu hoje?


    “Boris apresenta o Shochu, bebida derivada de diversos tipos de ingredientes, tais como: batata doce, milho, beterraba, arroz, açúcar mascavo, cana e etc.”
    Nobres camaradas, como sempre, é uma inenarrável honra escrever para vocês, assim sendo, espero que possam se deleitar acerca da minha humilde matéria. Vamos lá, voltando ao assunto do post, a pergunta que não quer calar: Já tomou Shochu hoje?

    Calma meus amigos! Não precisam se apavorar, nem tampouco ficar assustados, afinal é uma simples perguntinha básica relativa à birita, óbvio!
    Estava eu com minhas manias de realizar buscas em livros, internet, periódicos e etc, para postar no PDB, quando encontrei uma bebida extremamente interessante para apresentar ao nosso blog. Tcham, tcham, tcham, tcham! Senhoras e senhores, tenho a honra de lhes apresentar o…

    SHOCHU! (pronuciado como Chô-Tchu)

    Garrafa de Shochu Higashikura
    Shochu Higashikura
    Bem, sinceramente, dessa birita eu nunca experimentei, mas admito que fiquei mega curioso para saboreá-la, ainda mais depois de ficar sabendo que o Shochu tem um parentesco bem próximo da minha amada vodka, isso mesmo! O Shochu é uma bebida derivada de diversos tipos de ingredientes, tais como: batata doce, milho, beterraba, arroz, açúcar mascavo, cana e etc.
    Além disso, outro fato que me tenta ainda mais é que os nipônicos costumam chamar o shochu de “Vodka Japonesa” (Dono do bar, dorme com um barulho desse meu filho!), mas o shochu também é conhecido como” pinga japonesa” e “vinho destilado”.

    Boris, qual a origem do Shochu?

    Sobre Sochu
    Bom, não existem dados históricos exatos acerca da origem dele, porém, reza a lenda que é uma bebida milenar originária do Japão, criado no início do século XV, proveniente da província de Kyushu, localizada ao Sul do Japão. Porém, há fortes indícios de que a Indo-China, Coréia e as Ilhas de Ryukyu (atualmente Okinawa, a terrinha de Daniel San e Sr. Miyagi, lembram???) introduziram algumas técnicas de otimização na produção da bebida. Assim, somente depois desse tour japones que a birita finalmente chegou a província de Kagoshima, onde atualmente é considerada “a terra do shochu”.
    Em razão dessas mencionadas técnicas de otimização no processo da bebida, atualmente existem inúmeros exemplos de shochus espalhados por todo Japão, com características típicas regionais e tradicionais, que foram elaborados na medida em que as técnicas de produção eram introduzidas nas novas regiões, vejamos a seguir:
    • Awamori (Okinawa): produzido em Okinawa (arquipélago Sul do Japão), é produzido a partir de arroz.
    • Grain: Originado no início do século XVI na região sudeste do arquipélago de Kyushu, é produzido a partir de uma variedade de grãos como milho.
    • Imo: Originado nos meados do século XVII na província de Kagoshima, é produzido a partir da babata doce.
    • Mugi: Originado no início do século XIX na província de Nagasaki, é produzido a partir do trigo.
    • Kokutou: Originado há poucas décadas atrás na ilha de Amami Ooshima, é produzido a partir do açúcar mascavo.
    • Cassava: Originado em 2003 na cidade de Mogi das Cruzes/SP, é o primeiro shochu brasileiro produzido a partir da mandioca orgânica. (Isso mesmo meu povo, esse shochu é 100% Brazuka!)

    O Shochu e a lengevidade

    Shochu e a longevidade
    Ele é considerado uma bebida milenar que proporciona longevidade, podem crer meus camaradas, tal mito tornou-se mais conhecido devido ao Sr. Shiguechiyo Izumi, um cidadão japonês que até recentemente era o detentor do recorde mundial de longevidade (120 anos).

    Adivinhem porquê?

    Só porque consumia o shochu diariamente (Eita velhinho manguaça, esse é dos nossos meu povo!). Este fato foi mencionado junto com seu recorde no Guinness Book. Por isso, muito já se especulou sobre os poderes da bebida de promover uma vida longa, mas não há nenhuma comprovação científica.

    Shochu não é cachaça, é remédio

    Shochu não é cachaça, é remedio
    E não fica por aí, o shochu também tem fins medicinais, pois há relatos histórico de durante o período Edo-Jidai (1603 a 1867) era utilizado como remédio. A birita era ingerida como tratamento para diversas moléstias como hiperemia, feridas, cortes, picadas de insetos e para combater dores nas costas. (Ou seja, ótima para levar um dia de acampamento ou perfeito para um final de 6ª feira, quando ficamos totalmente doloridos).

    Shochu – Graduação alcoólica

    O processo de fabricação do shochu é composto por bidestilação de diversas matérias-primas tais como as mencionadas anteriormente, podendo variar de 15% a 45% em volume, porém os mais tradicionais possuem 25% em volume. O shochu subdivide-se ainda em duas classes: “Otsu” ou “Ko”.

    Shochu Otsu

    Graduação alcoólica
    Considerado como o shochu artesanal e mais tradicional, mais conhecido como “Shochu Genuíno” (Honkaku Shochu), é o mais consumido e cada vez mais popular no Japão. Seu processo de fabricação compreende basicamente: inoculação do arroz com a adição do kojikin (um fermento especial para este tipo de bebida), que posteriormente é adicionada a levedura, chamando este processo de primeira fermentação.
    Em seguida, é adicionada a matéria-prima principal (seja batata-doce, trigo, arroz, mandioca, etc), dando a este processo a denominação de segunda fermentação e, finalmente, o material é destilado resultando no Shochu Genuíno. O resultado é uma bebida requintada de aroma e paladar característicos dos ingredientes originais utilizados, comparável aos melhores vinhos e outras bebidas alcoólicas de alta qualidade.

    Shochu Ko

    Shochu Ko
    Shochu Ko
    A outra classificação do shochu, classe “Ko”, é obtida por meio de uso de inúmeras matérias-primas e de múltiplas destilações, resultando em uma bebida de aroma e fragrância neutra geralmente utilizado para coquetéis de sucos de frutas com água gaseificada. Comparando-a com o Shochu Genuíno, a diferença do sabor e da qualidade é imediatamente reconhecido, evidenciando bem a supremacia de qualidade do Shochu Genuíno.
    O shochu é considerado uma bebida de baixo teor alcoólico comparado a outros tipos bebidas destiladas, podendo ser apreciado normalmente misturado à água quente ou fria, pode ainda ser utilizado como um ótimo digestivo, pois, se ingerido junto às refeições contribui no processo digestivo, e melhor que isso, prejudica menos o estômago do que os outros tipos de bebidas alcoólicas. Todavia, assim como as outras bebidas, o consumo excessivo pode prejudicar à saúde. (Lembra da Síndrome de Korsakov né?)

    Misturando sabores

    Sabores Shochu
    O Shochu pode ser consumido de diversas formas, como já dito, misturado com água gelada, ou quente, ou ainda, on the rocks, puro, com limão, grapefruit, ou mistura com sucos de frutas cítricas completadas com água gaseificada.
    Agora é com vocês, vamos colocar a cachola pra funcionar, pois, em se tratando de arrumar receitas para biritas, sei que vocês são profissionais.
    Aqui vão umas dicas extraídas do site MN Shotyu, onde extraí umas receitas iradíssima de drinks com shochu:

    Acerola Chu-Hai

    Conquetel cítrico com Hakkon e acerola.

    Ingredientes:

    • 60 ml de Hakkon Original
    • 60 ml de suco de acerola orgânico
    • 3 cubos de gelo

    Preparo:

    Misture o suco de acerola orgânico ao Hakkon Original, acrescente os 3 cubos de gelo e adoce a gosto.

    Shochurinha

    Um modo delicioso de apreciar o Hakkon na forma de caipirinha.

    Ingredientes:

    • 60ml de Hakkon Black
    • 1 Limão Orgânico
    • Gelo
    • Açúcar Orgânico

    Preparo:

    Corte o limão orgânico em 4 partes e soque junto com o açúcar orgânico. Acrescente o Hakkon Black e o gelo.

    O Shochu Bar

    Shochu Bar
    Desde a década de 80 o shochu vem superando todas as espectativas dos japoneses, visto que atualmente seu consumo foi triplicado, superando facilmente o saquê nos bares japoneses. Em algumas cidades japonesas, como Tóquio, surgiram os Sochu Bars, que trabalham exclusivamente com Sochus de vários tipos e marcas, desde os simples e os envelhecidos até os mais sofisticados chamados premiuns.
    Tudo isso por um simples motivo, o shochu não causa ressaca. Inacreditável! Só provando. Podem acreditar tal fato é tão verídico que até encontrei uma matéria super interessante da jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal Estadão, vejam:

    No Japão, abaixo o saquê, viva o shochu!

    Bebida tradicional japonesa tem cada vez menos consumidores no seu próprio país.
    KYOTO – O saquê, a bebida nacional do Japão, tornou-se o drinque obrigatório de descolados de New York a Paris, acompanhando o sushi a foie gras nos restaurantes mais sofisticados. Mas, no Japão, o saquê está fora de moda. Nos últimos 30 ano, o consumo de saquê no país caiu pela metade. Em 1973, os japoneses tomaram 1,76 bilhão de litros do tradicional vinho de arroz. Em 2002, foram 890 milhões de litros.
    Enquanto o Ocidente se deslumbra com o saquê e drinques como a saquerinha (caipirinha do saquê), os japoneses só querem saber do shochu, aguardente feita de cevada, trigo, arroz ou batata, cujo consumo triplicou nos últimos 20 anos, principalmente em Kyushu, ilha ao sul do país. (…).
    Fonte: O Estado de São paulo

    Shochu Lounge

    Shochu Lounge
    Quem me dera o pobre Brasil aqui nesse barzinho alucinante. Sonho meu não é? Quem sabe um dia. Por fim, vou ficando por aqui.
    Espero que tenham curtido a matéria, um grande abraço a todos, boas festas, paz, saúde, harmonia e prosperidade!
    Informações bibliográficas:

    fonte: https://www.papodebar.com/ja-tomou-shochu-hoje/